Internet dedicada: SLA, latência e arquitetura para TI
Infraestrutura

Internet dedicada: SLA, latência e arquitetura para TI

Equipe Lepitel

Engenharia de Redes Corporativas

27 de maio de 20264 min de leitura

A estabilidade de uma planta industrial ou porto exige que a conexão corporativa elimine variações de throughput, um requisito técnico que apenas a contratação de uma internet dedicada consegue garantir.

TL;DR:
  • Garantia de banda simétrica assegura que a taxa de upload seja igual à de download, eliminando latência no envio de pacotes pesados.
  • O SLA de disponibilidade acima de 99.9% previne interrupções que podem gerar prejuízos superiores a R$ 50.000 por hora em plantas industriais.
  • Conexões dedicadas operam sem compartilhamento de banda (overbooking ratio de 1:1), mitigando oscilações de jitter durante horários de pico.
  • O roteamento direto via sistema autônomo e trânsito IP Tier 1 reduz o ping em até 40% em relação a conexões convencionais.

Como a internet dedicada elimina o overbooking de banda

Provedores de internet residencial ou planos corporativos comuns compartilham a capacidade de transmissão entre centenas de usuários. Essa prática de overbooking funciona de forma aceitável para navegação web padrão. No entanto, ela falha gravemente quando uma indústria precisa sincronizar bancos de dados volumosos durante o horário comercial. A internet dedicada opera em regime de exclusividade absoluta. A capacidade de tráfego contratada, seja de 100 Mbps ou 10 Gbps, pertence unicamente ao contratante.

A Lepitel Telecom entrega essa infraestrutura com garantia de banda simétrica total. Isso significa que a velocidade de upload é rigorosamente idêntica à de download. Conexões convencionais costumam limitar o upload a frações mínimas da taxa de download, o que inviabiliza backups em nuvem em larga escala e comunicação de sistemas de monitoramento por vídeo de alta definição.


Arquitetura de roteamento e mitigação de latência

O trajeto físico que o pacote de dados percorre define o tempo de resposta da sua aplicação. Em um porto seco, o atraso no envio de dados de balança ou no escaneamento de contêineres pode paralisar uma fila de caminhões. Esse problema ocorre porque a rota do tráfego comum passa por múltiplos saltos desnecessários. Nós configuramos sessões BGP diretamente com os principais pontos de troca de tráfego (PTT) e operadoras Tier 1. O tráfego do cliente não compete com tráfego doméstico de entretenimento.

Isso resulta em uma latência média abaixo de 15 milissegundos para os principais servidores nacionais, assegurando previsibilidade operacional. Ao estruturar a rede da sua filial, integrar uma infraestrutura de internet dedicada assegura que a comunicação Lan to Lan ocorra sem gargalos e livre de interferências de redes terceiras.

O controle rigoroso do roteamento em nosso backbone próprio assegura que pacotes críticos, como tráfego ERP corporativo ou transmissões de telemedicina hospitalar, recebam prioridade na entrega de pacotes. Evitamos a saturação das portas físicas de saída com redundância de trânsito IP redundante de alta performance.


SLA de 99.9% e monitoramento ativo 24/7

Contratos de conectividade comum oferecem garantias de melhor esforço. Se a rede cai às 3h da manhã em um hospital de alta complexidade, o restabelecimento do serviço pode demorar até 48 horas úteis. Para mitigar esse risco de paralisia operacional, estabelecemos cláusulas rígidas de Acordo de Nível de Serviço. A garantia contratual protege as finanças corporativas e assegura a urgência no atendimento.

O monitoramento proativo de rede através de nosso Centro de Operações de Rede (NOC) identifica anomalias de tráfego antes que elas afetem a ponta operacional, garantindo tempo médio de atendimento técnico (MTTR) inferior a 4 horas em chamados de alta severidade.

Para manter o controle sobre o tráfego e avaliar a qualidade da entrega técnica, recomendamos que os gestores adotem as seguintes rotinas de monitoramento:

  • Defina o limite tolerável de perda de pacotes abaixo de 0.1% em suas ferramentas de gerência de rede.
  • Monitore o jitter constantemente para evitar falhas em chamadas de voz e videoconferências corporativas.
  • Exija relatórios mensais de disponibilidade gerados diretamente pelo sistema de monitoramento da operadora para auditar o SLA contratado.

Redundância física e contingência geográfica

A ruptura de um cabo de fibra óptica por obras na via pública é a causa mais comum de indisponibilidade de rede. Contar com uma única rota física expõe a empresa a interrupções severas. A engenharia de telecomunicações da Lepitel executa um rigoroso processo de Site Survey antes de qualquer instalação corporativa. Esse levantamento mapeia obstruções físicas e traça caminhos alternativos para a entrega segura da conexão.

Abordagens de fibra e rádio profissional

Para garantir alta resiliência, implementamos redundância geográfica com duas rotas de fibra óptica distintas entrando por lados opostos do prédio. Outra alternativa eficaz para contingência é o uso de rádio digital licenciado de alta capacidade. O rádio atua como uma via secundária instantânea caso ocorra o rompimento físico da fibra subterrânea, mantendo os sistemas operando sem necessidade de intervenção manual da sua equipe de TI.

Toda a infraestrutura do nosso backbone próprio é projetada de forma modular. Com sede em Campinas-SP, garantimos suporte técnico presencial rápido, oferecendo conectividade imune a intempéries ou acidentes de trânsito que comumente derrubam postes públicos.

Compartilhar

Pronto para elevar sua conectividade?

Fale com um especialista da Lepitel e descubra a solução ideal para sua operação.

Falar com especialista

Continue lendo