
Internet e rede para hospitais, com link por duas rotas e o sistema clínico isolado
Link dedicado com contingência por outra rota, VLANs para assistência, administrativo, visitantes e equipamentos médicos e Wi-Fi planejado por ala e andar.
Disponibilidade para ambientes clínicos.
No hospital, uma queda de rede para o prontuário, o faturamento e parte dos equipamentos ao mesmo tempo. O projeto trata cada camada: o link com segunda rota, a rede interna segregada e o Wi-Fi planejado para os dispositivos clínicos.
Link por rotas independentes
Principal e contingência por caminhos físicos distintos, e se possível por tecnologias diferentes (fibra e rádio).
Suporte com prazo em contrato
Canal técnico próprio, separado do comercial, com prazos de atendimento e reparo definidos em contrato, por circuito.
Segregação de redes (VLAN)
Redes independentes para equipamentos médicos, assistência, administrativo e visitantes, com regras definidas junto com a TI.

A troca para o link de contingência é testada na entrega da rede.
Um projeto, três camadas: como fica na sua unidade de saúde
Link com redundância, rede interna segregada e Wi-Fi são desenhados juntos. O que muda de uma clínica para um hospital é quanto cada camada precisa aguentar e o que precisa ficar isolado.
Internação, centro cirúrgico e pronto-socorro
Hospital
O que costuma trazer esse cliente: Sistema do hospital lento quando o Wi-Fi de visitantes enche, e uma única rota de internet para tudo.
Camada 1
Link dedicado com redundância
Dois links por rotas físicas independentes, com failover testado e IP fixo para os sistemas integrados.
Camada 2
Rede interna segregada
VLANs separadas para assistência, administrativo, visitantes e equipamentos médicos, com as regras entre elas definidas junto com a TI.
Camada 3
Wi-Fi
Cobertura por ala e andar dimensionada para dispositivos clínicos em movimento, com a rede de visitantes isolada.
Consultórios e recepção, uma unidade
Clínica
O que costuma trazer esse cliente: Prontuário e telemedicina travando quando a sala de espera usa o Wi-Fi.
Camada 1
Link dedicado com redundância
Link dedicado simétrico e uma segunda conexão de contingência para prontuário em nuvem e telemedicina.
Camada 2
Rede interna segregada
Rede da clínica separada da rede de pacientes; equipamentos e impressoras em segmento próprio.
Camada 3
Wi-Fi
Wi-Fi de pacientes com termo de uso e registro de acesso, sem enxergar a rede interna.
Análises clínicas, centro de imagem, laudo remoto
Laboratório e imagem
O que costuma trazer esse cliente: Exame que demora a chegar ao laudista porque a internet foi contratada pelo download.
Camada 1
Link dedicado com redundância
Link dedicado simétrico dimensionado pelo volume de upload de exames (PACS/DICOM).
Camada 2
Rede interna segregada
Equipamentos de imagem e servidor PACS isolados da rede administrativa, com VPN para o telelaudo.
Camada 3
Wi-Fi
Wi-Fi para coleta e recepção, separado da rede dos equipamentos.
Clínicas, laboratórios ou postos de coleta em endereços diferentes
Rede com várias unidades
O que costuma trazer esse cliente: Cada unidade com um contrato diferente e ninguém vendo onde está o problema.
Camada 1
Link dedicado com redundância
Link por unidade dimensionado pelo que ela roda, com a sede ou o data center em rota redundante.
Camada 2
Rede interna segregada
Interligação entre unidades por transporte L2L ou VPN, com o mesmo padrão de segmentação em todas.
Camada 3
Wi-Fi
Mesmo padrão de Wi-Fi e de rede de pacientes em todas as unidades, com gestão centralizada.
O que muda numa rede hospitalar
Decisões de projeto para um ambiente que não fecha.
Wi-Fi de alta densidade
Access points Wi-Fi 6 ou superior, com cobertura planejada por ala para tablets, monitores e dispositivos da equipe.
Acesso a imagens e prontuário
Rede interna dimensionada para o tráfego do PACS e do prontuário, local ou em nuvem.
Monitoramento do link
Link monitorado e troca automática para a contingência quando o principal falha.

Rede projetada para hospitais
Link, rede interna e Wi-Fi desenhados juntos, a partir do que não pode parar.
Onde a rede do seu hospital depende de um ponto só?
Conte o porte, os sistemas críticos e como o link chega hoje. A engenharia aponta os pontos únicos de falha e o que precisa ficar isolado.
Projetos para outras unidades de saúde
Tecnologia Certificada Pelos Líderes Globais
















Arquitetura de missão crítica
Respostas para diretorias e equipes de TI em saúde.
Q. Como deve ser a redundância de link num hospital?
Dois links não bastam se chegam pelo mesmo poste. O projeto prevê rotas físicas independentes — e, quando possível, tecnologias diferentes, como fibra e rádio — com a troca automática entre elas testada na entrega.
Q. Como o Wi-Fi atende pacientes, visitantes e equipamentos médicos ao mesmo tempo?
Com redes separadas sobre a mesma infraestrutura e prioridade (QoS) para o tráfego clínico. A cobertura é planejada por ala e andar, considerando os dispositivos que se movem com a equipe, e a rede de visitantes fica isolada da rede do hospital.
Revisão técnica
Engenharia Lepitel
Atualizado em setembro de 2026 • Conteúdo original Lepitel
Avaliação da rede da sua unidade de saúde
Conte o porte da unidade e o que roda na rede: prontuário, equipamentos médicos, Wi-Fi de pacientes. A engenharia aponta o que precisa estar isolado e redundante.
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