Wi-Fi para hotel projetado sobre rede em fibra, instalado sem fechar andar.
Wi-Fi 6/7, rede interna em fibra e link dedicado num só projeto, com obra noturna no hotel ocupado.
- Wi-Fi 6/7 sobre rede em fibra
- Monitoramento NOC 24/7
- Portal cativo com registros do Marco Civil
Engenharia de Wi-Fi pra cada momento do ciclo hoteleiro.
Do retrofit em hotel cheio à pousada de chalés, projetamos a rede que sustenta a experiência do hóspede e a operação.
Hotéis em operação
Reduzir reclamações de hóspede sobre Wi-Fi sem fechar andares pra obra. Migração faseada com convivência de tecnologias.
- Site survey por andar
- Trocas noturnas sem impacto
- Convivência Wi-Fi 6 ↔ 7
Retrofit hoteleiro
Bandeiras renovando padrão: substituição de cobre por malha óptica FTTR, controladora nova e Wi-Fi 7 alinhado ao PMS.
- Requalificação pra arquitetura óptica
- VLAN própria para o PMS
- Portal cativo com registros do Marco Civil
Pousadas e flats
Pousada com chalés longe da recepção ou flat que precisa de uma rede isolada por unidade: o mesmo projeto em fibra, desenhado para cada caso.
- Fibra ou enlace até os chalés
- Uma rede por apartamento no flat
- Monitoramento sem TI interno
Espaços de eventos
Salões e centros de convenção do hotel com alta densidade. Wi-Fi de pico, fibra temporária e rádio como segundo link.
- Dimensionamento pelo público no pico
- Rede do evento separada da do hóspede
- Técnico no local
Da bandeira hoteleira ao novo empreendimento
A mesma engenharia óptica sustenta hotelaria, eventos corporativos e empreendimentos residenciais de alto padrão.
3 falhas que aparecem em quase todo hotel sem projeto de engenharia.
Hóspede reclama de Wi-Fi no quarto
Sinal cai no fundo do andar e no banheiro. APs posicionados por estética, não por engenharia de cobertura. Resultado: review baixo em OTAs.
Lobby trava em horário de check-in
Um grupo chegando ao mesmo tempo, reuniões no bar e streaming no mesmo access point. Sem dimensionamento de densidade, o lobby vira gargalo.
Portal cativo fora da LGPD
Captura dados sem consentimento claro ou retenção indefinida. Risco regulatório e dano reputacional pro grupo hoteleiro.
Em retrofit e novos projetos, Wi-Fi 7 já é a escolha técnica.
A faixa de 6 GHz está liberada no Brasil e livre do tráfego de aparelhos antigos, e os celulares e notebooks mais recentes já a usam. Para hotelaria, o ganho está na capacidade por AP, desde que a rede interna em fibra (próxima seção) e o link acompanhem.
Empreendimento ainda na planta?
Shafts e conduítes precisam ser dimensionados antes da estrutura. Veja a página de Wi-Fi e rede de fibra para incorporadoras.
Faixa 6 GHz exclusiva
Banda nova sem o trânsito legado de Wi-Fi 5 e doméstico.
MLO (Multi-Link Operation)
Hóspede usa 2,4 + 5 + 6 GHz simultaneamente. Latência cai sem ele perceber.
Canais 320 MHz
O dobro da largura máxima de canal do Wi-Fi 6 (160 MHz), na faixa de 6 GHz.
Mais quartos por AP
Na nossa estimativa prévia, um AP Wi-Fi 7 atende até 16 quartos, contra 10 no Wi-Fi 6. É ganho de capacidade, não de alcance; o número final sai do site survey.
Backbone óptico em cada projeto.
FTTR sob medida.
A Lepitel não projeta backbone com cobre. A malha óptica entrega banda até o ponto de distribuição de cada andar, perto dos Access Points. OLT GPON ou XGS-PON na cabeça da rede, ODFs distribuindo a fibra pelo shaft.
FTTR (Fiber To The Room) é uma camada adicional: 1 ONT por quarto, fibra entregue dentro da unidade. Faz sentido em hotelaria de alto padrão e em flats que querem desempenho por unidade como diferencial. Não é regra, é uma decisão que a engenharia avalia caso a caso considerando custo, padrão de acabamento e expectativa de hóspede.
Instalação mais rápida
Fibra é mais leve que cobre Cat6A. Menos peso nos shafts, menos furos visíveis e cronograma encurtado em obra ocupada.
À prova de futuro
A mesma malha óptica que entrega Wi-Fi 7 hoje vai entregar Wi-Fi 8. Sem refazer a rede passiva a cada upgrade.
Fibra até cada andar
A fibra chega ao ponto de distribuição de cada andar, perto dos Access Points. O trecho de cobre fica curto, longe do limite de 100 m.
Mesma malha, vários usos
A mesma rede em fibra atende quartos, salão de eventos, PMS, CFTV e fechaduras, cada sistema em sua VLAN.
Quantos APs e quanto link o seu hotel precisa?
Pré-dimensionamento em 30 segundos. Diga o tipo e o porte da hospedagem e receba a proposta já com esse ponto de partida.
Dimensionamento prévio do seu projeto
Estimativa rápida de APs, banda e link. Resultado final é validado em site survey.
Dimensionamento sugerido
Access Points
10 APs
5 pra quartos · 3 áreas comuns · 2 outdoor
Banda total
560 Mbps
Demanda agregada em horário de pico
Link dedicado
550 Mbps simétrico
Mínimo recomendado pra preservar SLA
Backbone óptico
1 OLT XGSPON + 4 ODFs + 4 ONTs
OLT central, 1 ODF por andar distribuindo a fibra do shaft, ONTs nos pontos de distribuição que alimentam os APs
FTTR (opcional)
Avaliado em site survey
Adiciona 1 ONT por quarto quando o empreendimento justifica (alto padrão, flats premium)
Estimativa prévia. O projeto definitivo considera planta baixa, materiais construtivos, densidade real e SLA contratado. Confirmamos em site survey.
4 etapas, do site survey à operação NOC.
Site survey
Engenharia vai in loco medir RF real, mapear materiais e dimensionar cobertura por andar.
Projeto + budget
Diagrama de rede óptica, BOM completo (OLT, ONTs FTTR, APs, controladora, fibra) e cronograma faseado.
Instalação
Em hotel em operação, trabalho noturno ou por blocos de quartos, em janela combinada com a operação, sem fechar andar.
NOC 24/7 + SLA
Monitoramento contínuo de cada AP e do link. SLA definido em contrato.

Wi-Fi 7 sobre fibra para hotelaria de alto padrão
6 GHz, MLO e canais de 320 MHz, com rede interna e link dimensionados para acompanhar.
Engenharia de telecomunicações com vocação hoteleira.
SLA em contrato
Disponibilidade e prazo de reparo definidos em contrato, por circuito.
NOC 24/7
Monitoramento de cada AP e do link, com alerta antes de a reclamação chegar à recepção.
Três camadas, um projeto
Link dedicado, rede interna em fibra GPON e Wi-Fi desenhados juntos.
Destinos com fibra limitada
Rádio ou satélite como segundo link onde a fibra sozinha não garante continuidade.
O que costuma surgir nas conversas com hoteleiros.
Vale a pena adotar Wi-Fi 7 agora ou esperar?
Em retrofit e obra nova, costuma valer: a rede passa a usar a faixa de 6 GHz e, na nossa estimativa prévia, cada AP Wi-Fi 7 atende cerca de 60% mais quartos que um Wi-Fi 6 (16 contra 10), por capacidade e não por alcance. Se o hotel tem Wi-Fi 6 recente e bem projetado, o mais comum é manter os APs e investir primeiro no link ou na rede interna. A decisão sai do site survey.
Dá para reformar a rede com o hotel em operação?
Sim. A obra é feita em janelas noturnas ou por blocos de quartos liberados pela governança, sem fechar andar, e a rede antiga continua funcionando até a virada de cada trecho. O cronograma é definido com a operação para preservar check-in, check-out e eventos do hotel, e sai junto com a proposta.
Como funciona o portal cativo em relação ao Marco Civil e à LGPD?
O portal cativo autentica cada acesso e guarda os registros de conexão pelo prazo do Marco Civil, com tratamento de dados documentado para a LGPD. Isso dá ao hotel a prova de quem usou a rede. A coleta se limita ao necessário, com consentimento para qualquer uso de marketing.
Preciso trocar a rede interna para ter Wi-Fi 7?
Muitas vezes, sim. Os APs Wi-Fi 7 costumam ter porta de 2,5 Gbps ou mais, e um cabeamento metálico antigo ou um switch de 1 Gbps por andar limita o que o AP entrega. Levar fibra até cada andar resolve o gargalo e deixa a rede pronta para a próxima geração.
Por que vocês usam fibra óptica em vez de cabo de cobre no backbone?
O cabo Cat6A tem limite de 100 metros por lance, pesa mais nos shafts verticais e exige switch ativo em cada andar. Com backbone óptico (OLT GPON ou XGS-PON e distribuição por andar), a mesma rede sustenta o Wi-Fi 7 hoje e a próxima geração depois, sem refazer o cabeamento passivo. Em hotelaria, isso também reduz furo aparente no acabamento.
Qual a diferença entre backbone óptico e FTTR?
Backbone óptico é a regra nos projetos Lepitel: fibra da OLT até o ponto de distribuição de cada andar, que alimenta os Access Points. FTTR (Fiber To The Room) é uma camada opcional, com um terminal óptico (ONT) dentro de cada quarto. Faz sentido em hotelaria de alto padrão e em flats onde o desempenho por unidade é diferencial; a engenharia avalia caso a caso, considerando custo e padrão de acabamento.
Vocês atendem hotéis fora da região de Campinas?
Avaliamos projetos em outras regiões caso a caso. Em destinos onde a fibra é limitada (litoral, serra, áreas rurais), o projeto usa rádio ou satélite como segundo link, para o hotel não depender de um único meio.
Mercados e soluções relacionados
Internet para hotelaria
O projeto completo em três camadas: link, rede interna em fibra e Wi-Fi.
Hotéis e redes hoteleiras
Rede GPON por andar, VLAN para PMS e retrofit sem fechar andar.
Pousadas
Wi-Fi até o chalé mais distante e link por fibra ou rádio.
Flats e apart-hotéis
Rede isolada por unidade e Wi-Fi para home office.
Resorts
Piscina, deck e centro de convenções num só projeto.
Rede interna em fibra GPON
Projeto GPON/XGS-PON com link budget e laudo OTDR.
Link dedicado
Banda garantida e simétrica, com contingência.
Redes wireless
Engenharia de Wi-Fi corporativo: roaming, WPA3 e gestão em nuvem.
Projeto de rede, link e Wi-Fi para o seu hotel
Diga o tipo de hospedagem, quantas UHs e o que incomoda hoje. A engenharia devolve o desenho das três camadas (rede interna em fibra, link dedicado e Wi-Fi) e por onde começar.
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