No Blue Tree Premium Alphaville, a Lepitel Telecom entregou a conectividade do hotel como uma solução única, em modelo 360º: link dedicado na entrada, fibra óptica em todo o prédio, retrofit da infraestrutura existente, rede óptica Furukawa Lightera, Wi-Fi 6 em quartos e áreas comuns e telefonia migrada para PABX IP. Um único responsável, do projeto ao suporte, com o hotel em operação durante toda a obra. Este case conta o que foi feito, por que foi feito assim e o que muda para quem opera um hotel.
- Solução 360º em um hotel premium de Alphaville: link dedicado, fibra óptica até o quarto, retrofit da infraestrutura, Wi-Fi 6, telefonia em PABX IP e suporte, tudo com a Lepitel como único fornecedor.
- Rede interna 100% óptica com equipamentos Furukawa Lightera: sem switch de andar, sem os limites do cabo metálico, com uma ONU em cada quarto atendendo TV e telefone IP.
- Rede segmentada para o hotel inteiro: streaming, eventos, hóspedes e administrativo trafegam separados sobre a mesma fibra, e a rede já está preparada para captive portal.
- Prova de futuro: a planta óptica foi preparada para XGS-PON, com 10 Gbps simétricos por porta, sem passar cabo novo.
O hotel e o que estava em jogo
O Blue Tree Premium Alphaville atende um público exigente: executivos em viagem de trabalho, eventos corporativos e hóspedes que esperam do Wi-Fi o mesmo que esperam do chuveiro, que simplesmente funcione. Para um hotel desse perfil, a conectividade não é um item de conforto: entra na avaliação do hóspede, na operação da recepção e do PMS, na venda de salas para eventos e na reputação da bandeira.
O ponto de partida era um prédio em pleno funcionamento, com infraestrutura de rede construída em outra época e para outra demanda, e com a conectividade dividida entre fornecedores diferentes: um para o link, outro para a rede, outro para a telefonia. Trocar essa base sem parar o hotel, e sem multiplicar contratos, foi a condição de contorno de todo o projeto.
O desafio: trocar a infraestrutura sem parar o hotel
Hotéis que cresceram sobre cabeamento metálico convivem com três limites que não se resolvem com um access point melhor. O primeiro é a distância: o cabo de cobre tem alcance curto por lance, o que obriga a espalhar switches por andar, cada um com fonte, ventilação e ponto de falha próprios. O segundo é a banda: o que servia para um hóspede checando e-mail não serve para videoconferência em cada quarto e streaming em cada TV. O terceiro é o envelhecimento: conectores oxidados, trechos emendados e documentação perdida transformam qualquer manutenção em investigação.
Somado a isso, o retrofit precisava respeitar a rotina da casa: quartos ocupados, eventos agendados, horários de silêncio e áreas que não podem ficar com forro aberto. O trabalho foi planejado por etapas, andar a andar e área a área, com a rede antiga saindo de operação só quando a nova já estava ativa no mesmo trecho.
A solução em camadas: do link dedicado ao quarto
A Lepitel desenhou o projeto como uma única infraestrutura, do ponto em que a internet entra no prédio até o dispositivo do hóspede.
- Link dedicado na entrada. A conexão do hotel com a internet é um link dedicado da Lepitel, com banda garantida e simétrica, dimensionado para a ocupação do hotel e para eventos com transmissão.
- Rede óptica passiva no prédio. A distribuição interna é uma rede FTTx com equipamentos Furukawa Lightera: OLT no ponto central, distribuidor óptico, prumadas de fibra e splitters passivos por andar. Não há switch de andar nem equipamento ativo no caminho até o quarto, o que elimina fontes, baterias e pontos de falha espalhados pelo prédio.
- Fibra até o quarto, com ONU. Em cada quarto, uma ONU recebe a fibra e atende a TV e o telefone IP da unidade. A fibra termina dentro do quarto, e qualquer serviço novo entra pela mesma ONU, sem obra.
- Wi-Fi 6 em quartos e áreas comuns. Quartos, lobby, restaurante, salas de eventos e corredores são cobertos por pontos de acesso Wi-Fi 6 alimentados pela mesma rede óptica, dimensionados em projeto para a densidade de cada ambiente.
- Telefonia em PABX IP. Com a rede óptica pronta, o ambiente de telefonia do hotel foi migrado para uma solução de PABX IP: o telefone do quarto e os ramais da operação passaram a usar a mesma infraestrutura, com a ONU entregando a porta de voz dentro da unidade.
Uma rede, vários tráfegos separados
A rede foi segmentada para o hotel inteiro. Streaming, eventos, hóspedes e administrativo trafegam em redes lógicas separadas sobre a mesma fibra: o hóspede não enxerga a rede do PMS, um evento com transmissão não compete com o streaming dos quartos e a administração opera isolada do tráfego de visitantes. A separação é feita de ponta a ponta, do link dedicado à ONU do quarto e ao ponto de acesso do salão.
A camada de acesso do hóspede foi preparada para captive portal, com controle e gestão de acesso prontos para serem ativados na própria rede. Hoje o hotel utiliza um portal de terceiros, e a infraestrutura acomoda essa escolha sem alteração.
Como foi a execução
A obra começou fora do prédio, com o lançamento da fibra que traz o link dedicado até o hotel. Dentro, a equipe da Lepitel montou o ponto central com OLT e distribuidor óptico, lançou as prumadas de fibra pelos shafts e distribuiu os cabos por andar, fazendo a fusão e a certificação de cada trecho antes de ativá-lo.
Nos quartos, a instalação da ONU foi feita com o quarto liberado pela governança, em janelas curtas, para que a unidade voltasse à venda no mesmo dia. Nas áreas comuns, os pontos de acesso foram instalados no forro de salões e corredores, com a posição definida em projeto. A ativação foi por etapas, com a rede antiga desligada só depois de cada trecho novo validado. A lógica dessa migração está em hotel fibra: migração do cabo metálico para POL e FTTR.
Preparada para a próxima década: XGS-PON
A planta óptica foi preparada pela Lepitel para prova de futuro, com as preliminares de XGS-PON já previstas. O XGS-PON é a evolução do GPON sobre a mesma fibra e os mesmos splitters passivos: entrega 10 Gbps simétricos por porta óptica, contra os 2,5 Gbps de descida e 1,25 Gbps de subida do GPON. Quando o hotel precisar desse salto, para Wi-Fi 7, TV por IP em todas as unidades, mais câmeras ou automação de quarto, a mudança acontece no equipamento central e nas pontas, sem obra, sem shaft aberto e sem quarto fora da venda. A explicação técnica está em redes XGS-PON: 10 Gbps simétricos para empresas.
O que muda para o hotel
Para o hóspede, o Wi-Fi 6 no quarto se comporta como o da casa dele ou melhor: conexão estável para videoconferência, streaming na TV e vários dispositivos ao mesmo tempo. Para os eventos, a sala passa a vender conectividade como parte do pacote, numa rede própria, sem o improviso de roteador avulso.
Para a operação, a mudança é de natureza. A rede passa a ser gerenciada de um ponto central: um quarto com problema é diagnosticado da sala técnica, não com um técnico abrindo forro. Não há switches de andar para alimentar, resfriar ou substituir. Telefonia, TV, Wi-Fi e sistemas administrativos correm na mesma infraestrutura, cada um na sua rede.
Para a direção, o ganho é o modelo 360º. Link, infraestrutura óptica, Wi-Fi, telefonia e suporte têm um único responsável. Não há três fornecedores apontando um para o outro quando algo falha, nem contratos soltos para renovar em datas diferentes. A Lepitel cuida da solução inteira de forma transparente e visível para a operação do hotel: o gerente sabe a quem ligar, e a resposta cobre a rede de ponta a ponta.
O que esse case diz para o seu hotel
Se o seu hotel tem cabeamento metálico antigo, Wi-Fi que depende de repetidor, telefonia em tecnologia encerrada e um link que não acompanha a ocupação, o caminho que o Blue Tree Premium Alphaville seguiu é replicável: um projeto único, com um único fornecedor, executado com o hotel aberto, que resolve a base e deixa a casa pronta para a próxima década. A Lepitel atende redes hoteleiras e hotéis independentes, e a conversa começa pelo levantamento da infraestrutura atual. Veja a solução de Wi-Fi hoteleiro ou fale com o time comercial e descreva o hotel: número de quartos, áreas de eventos e o que existe hoje de rede e telefonia. Outros projetos estão em casos de sucesso.
Perguntas frequentes
O que é o modelo 360º da Lepitel?
É a entrega da conectividade do hotel como uma solução única: link dedicado, infraestrutura óptica, Wi-Fi, telefonia IP e suporte, projetados, instalados e mantidos pela Lepitel. A operação do hotel tem um único responsável e uma única interface, sem precisar coordenar fornecedores diferentes.
Por que levar a fibra até dentro do quarto e não só até o andar?
Porque o trecho final em cabo metálico é onde a rede envelhece e limita a banda. Com a ONU no quarto, TV e telefone IP ficam a centímetros da fibra, e qualquer upgrade futuro acontece trocando o equipamento da ponta, sem passar cabo novo.
O que significa a rede estar preparada para XGS-PON?
Que a fibra, os splitters e a distribuição foram projetados para receber a geração seguinte do GPON, que entrega 10 Gbps simétricos por porta. A migração acontece trocando o equipamento central e as pontas, sem obra na infraestrutura passiva.
É possível fazer esse retrofit com o hotel funcionando?
Sim. No Blue Tree Premium Alphaville a obra foi feita por etapas, andar a andar, com os quartos liberados pela governança em janelas curtas e a rede antiga desligada só depois de cada trecho novo estar ativo. O planejamento com a operação do hotel é parte do projeto.



